O mercado de ações pode ser utilizado para participar da criação de valor das empresas ou para tentar lucrar com oscilações de preços. Embora as duas atividades envolvam ativos semelhantes, elas exigem objetivos, métodos e controles de risco diferentes. Duas pessoas podem comprar a mesma ação no mesmo dia e estar realizando operações economicamente distintas.…
Medo, euforia, excesso de confiança e necessidade de pertencimento influenciam decisões financeiras. A compreensão desses comportamentos ajuda a explicar por que investidores frequentemente compram depois das altas e vendem depois das quedas. O investidor que acompanha a bolsa diariamente pode ter acesso a balanços, relatórios, indicadores econômicos e análises de especialistas. Ainda assim, essa quantidade…
As taxas de juros influenciam o custo do dinheiro, a rentabilidade exigida pelos investidores e as perspectivas de lucro das empresas. Por isso, a política monetária pode alterar o valor das ações mesmo quando os negócios continuam operando normalmente. Quando o Banco Central altera a taxa básica de juros, o efeito não se limita aos…
O desempenho de uma empresa não se resume ao lucro divulgado. Para compreender a reação da bolsa, é necessário investigar as expectativas, a qualidade dos resultados e a capacidade de transformar crescimento contábil em geração de caixa. Poucas situações confundem tanto o investidor quanto a queda de uma ação após a divulgação de um resultado…
Na bolsa, o mercado negocia expectativas sobre o futuro. O investidor que compreende essa diferença deixa de olhar apenas para as cotações e começa a investigar o que realmente sustenta o valor de um negócio. Uma empresa pode valer bilhões de reais e, ainda assim, ter suas ações negociadas por poucos reais. Outra pode apresentar…
Durante muito tempo, Marketing e Comercial foram tratados como áreas com responsabilidades distintas. Marketing cuidava da comunicação e geração de demanda. Comercial cuidava da venda. Essa divisão tornou-se insuficiente. No varejo contemporâneo, marketing precisa compreender vendas, enquanto comercial precisa compreender consumidor. Quando essas áreas trabalham separadamente, oportunidades importantes podem ser perdidas. O marketing pode gerar…
Existe uma tendência no varejo de avaliar eventos quase exclusivamente pelo número de pessoas atraídas. Quantas pessoas participaram? Quantos ingressos foram distribuídos? Quantos visitantes passaram pelo empreendimento? Essas métricas são importantes, mas insuficientes. Um evento também comunica. Cada experiência realizada por uma marca ou por um shopping contribui para formar uma percepção sobre aquilo que…
O consumidor contemporâneo não avalia uma marca apenas pelo produto adquirido. Ele avalia a jornada. Essa mudança é especialmente evidente no varejo. A experiência começa antes da entrada na loja. Pode começar em uma pesquisa no Google, em uma publicação nas redes sociais, em uma recomendação de amigo ou em uma avaliação de outro consumidor.…
O consumidor não compra apenas aquilo de que precisa. Ele compra a maneira como deseja satisfazer suas necessidades Uma das distinções fundamentais do pensamento de Philip Kotler está na relação entre necessidade, desejo e demanda. Embora pareçam conceitos simples, compreender suas diferenças ajuda a explicar uma das principais complexidades do varejo: pessoas com necessidades semelhantes…
Existe uma dimensão estratégica dos eventos que muitas vezes acaba sendo subestimada: cada evento realizado por um shopping center contribui para construir, reforçar ou modificar o posicionamento da marca. O consumidor não separa a programação de entretenimento da imagem que possui do empreendimento. Ao contrário, as experiências vivenciadas dentro do shopping passam a fazer parte…